Palestra em São Paulo enaltece a arte dos videogames


Existe uma “briga” eterna dos apaixonados por videogame que defendem a concepção de jogos eletrônicos como uma forma concreta de arte.

Porém, uma outra linha de pensadores acredita que a arte imposta nesse meio ainda é prematura e o seu embasamento intrínseco no seu universo não é suficiente para conceituar os jogos como produtos artísticos.

Como um bom Gamer, defendo – já faz um bom tempo, que os games representam um momento da natureza humana e, consequentemente, social. Ou seja, é arte pura. Mas, como em qualquer meio, tem coisas boas e ruins.

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Com público acima do esperado, a Gameworld 2010 superou as expectativas


Emocionante. Esse, certamente, foi o sentimento mais contundente quando Charles Martinet, dublador de Mario, Luigi, Wario, Waluigi, Baby Mario e Baby Luigi, subiu ao palco do Centro de Convenções Frei Caneca, representando a Nintendo, para receber o prêmio de Melhor Produtora/Desenvolvedora. Uma plateia ensandecida e apaixonada pela empresa recebeu o Ator com gritos, aplausos e empolgação bem característicos dos brasileiros.

O Gameworld 2010 conseguiu, ainda, agrupar ordenadamente algumas peculiaridades. O espaço destinado para as empresas foi bem distribuído e os grandes nomes da indústria marcaram presença. Sony, Microsoft, Nintendo, AMD, WB Games, Gameloft, entre outros, demonstraram algumas novidades, além de propiciar aos visitantes a experimentação de lançamentos.

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Kratos em São Paulo a negócios


Vamos iniciar uma nova fase no Push Start. Se você ama games e gosta de escrever, basta mandar os seus textos para rodrigo@ezoneonline.com.br que, assim que possível, ele será postado e apreciado por toda a comunidade Gamer. Esse é o caso de Wilson Domingues, leitor e fã de Kratos. Ele cobriu o pré-lançamento do jogo, realizado pela UZ Games  em São Paulo. Vale a pena conferir e prestigiar o seu trabalho:

Por Wilson Domingues

Que o exclusivo God of War III era provavelmente o jogo mais esperado do ano, acho que disso todos nós já sabíamos.

Já fazia alguns anos que estávamos curiosos para saber como seria no final desta grande tragédia grega, onde para se vingar da morte de sua esposa e filha, Kratos estraçalha, sem qualquer piedade, soldados, Minotauros, Górgonas, Hidras, Deuses, ou qualquer outra coisa que tentasse se colocar na sua frente.

É exatamente por isso que se você, assim como eu, é um viciado sem limites desta série e não podia esperar mais 10 longas horas como qualquer ser humano, e tinha, sim, que ser um dos primeiros no país a jogar!

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[Análise] Confira as primeiras impressões de Metro 2033


Encarar um FPS pós-apocalíptico é uma tarefa, no mínimo, interessante. Em uma atmosfera categoricamente poluída pelo medo, Metro 2033 é um jogo singular. Nesses primeiros capítulos estou observando um emaranhado de enredo e jogabilidade que condizem com que esperava. A realidade imposta pela história nos impulsiona a um mundo desconhecido e anárquico.

Baseado no livro de Dmitry Glukhovsky, a trama pareceu interessante desde sua concepção inicial. Por não conhecer a desenvolvedora (4A –  Games) mais a fundo, estava preocupado com a produção inicial do projeto. Mas, quando entendi que tudo estava situado no subterrâneo de Moscou, mudei de opinião. A narrativa é visivelmente diferente dos jogos americanos. Densa e perspicaz, flui com naturalidade.

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Pesquisa revela: as mulheres estão tomando conta dos jogos casuais


Jogar videogame é um ato extremamente masculino? A resposta para essa pergunta já foi positiva. Sim, já foi… Os tempos mudaram. Cada vez mais inserida nesse contexto gamer, as mulheres estão tomando a frente em muitos segmentos na indústria dos jogos eletrônicos. Os games casuais e com temáticas diferenciadas para a sua realidade absorvem seguidoras e constitui um novo mercado.

A pesquisa ‘Mulheres e Games do Brasil’, elaborada pela empresa Sophia Mind Pesquisa e Inteligência de Mercado, entrevistou 525 mulheres e obteve, assim, resultados significativos. Segundo os dados recolhidos, as internautas brasileiras quando estão online transpõem grande parte do seu tempo jogando para se distrair.  Contudo, outros apontamentos são da mesma forma interessantes:

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[Análise] Dante's inferno: A divina comédia nas suas mãos!


O caminho para o Inferno é curto. Ou melhor, é tempestuoso, voraz, melancólico, asqueroso e profundamente horripilante. Quando vivenciamos o protagonista no game Dante’s Inferno, nos tornamos mais do que um personagem: somos parte da sua culpa.

Esse sentimento pesado e verdadeiro é o que nos impulsiona durante todas as fases. Viver o desespero de outro ser é algo nefasto com a nossa realidade, contudo, nos identificamos com a sua agonia.

O jogo é baseado na primeira parte do poema épico medieval ‘A Divina Comédia‘, de Dante Alighieri. Assumimos o papel do próprio Dante e encaramos uma viagem para o inferno, onde buscamos encontrar Beatrice, sua amada. Essa caminhada é dividida em nove círculos de sofrimento (Limbo, luxúria, gula, avareza, ira, heresia, violência, fraude e traição) e contamos com o poeta Virgílio como guia da jornada. Obra possui uma ambientação medieval de inferno e purgatório que serviu de conceito descritivo para o mundo ocidental.

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[Análise] Bayonetta: Um novo patamar para os jogos de ação


Primeiras impressões:

“É quase impossível parar de jogar. Assumir o controle da personagem principal é fantástico. Desde o início do game, a interação e a aproximação feita com o cinema empolgam. O modo com que a história é relatada condiz com tudo aquilo que li sobre o título. A sensação de imersão é incrível. Em poucos minutos somos parte integrante desse mundo criado pela Platinum Games…”

Análise final

A diferença entre a narrativa dos jogos e do cinema, muitas vezes, está numa linha tênue. As possibilidades nas resoluções do roteiro podem perpetuar um direcionamento interessante na história em si. A escolha dos personagens e a forma de apresentação de cada um deles é o que alimenta a curiosidade de quem assiste e o insight de continuar ou não acompanhando o que foi proposto.

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[Análise] Confira as análises de Modern Warfare 2, Fifa 10 e Darksiders


Depois de muitas horas de jogatina, segue abaixo o veredicto final referente a três títulos mencionados no Push Start. São eles:

Modern Warfare 2

Primeiras impressões:

“Em primeiro lugar é bom salientar que não sou um fã assíduo de FPS. Não me insiro na jogatina online desse gênero pois, afirmo, não duraria 10 segundos. Contudo, MW2 é primoroso. Na verdade, as duas fases que joguei são espetaculares. Realismo, jogabilidade, controle, dublagem e gráficos… Tudo está muito bem feito.  Não consegui encontrar nenhum defeito ainda. Estou em dúvida se encontrarei…”

Análise final

O realismo é um ponto impressionante na imersão gerada pelos videogames. Vivenciar os sentimentos impostos pelas desenvolvedoras é um momento único. Desde o início da aventura MW2 traz a tona as sensações mais obscuras do ser humano. O gênero FPS, normalmente, já traduz essa situação, pois a visão do campo de batalha é imersiva.

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Jogadores casuais. Sim, eles existem!


Em um universo totalmente hardcore, os jogadores assíduos de videogame recriam seu mundo virtual. A palavra casualidade, certamente, não é vocábulo integrante do seu dia a dia, e as horas a finco diante da tela é algo comum. O crescimento dessa indústria abriu as portas para um novo tipo de gamer, que como todos os outros, possuem características próprias e gosto apurado… Eis que surge o jogador casual!!!

Existem vários pontos para serem discutidos com relação à casualidade, como por exemplo, seu significado. Segundo o dicionário On line, casualidade é algo acidental, acaso. Então jogador casual é aquele que joga por acidente? Complicada essa afirmação. Jogar por acidente  é raramente por as mãos em um controle e, além do mais, torna esses jogadores pessoas que não conhecem os jogos e que pouco se importam com essa forma de entretenimento.

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