Novos estudos apontam que gamers controlam melhor os sonhos


Controlar os sonhos! Esse é um desejo muito comum entre qualquer ser humano. Adequar as formas e a intensidade daquilo que se passa durante o sono é uma vantagem significativa para uma boa noite de descanso.

Nesse pressuposto, o site Livescience divulgou o resultado de um estudo elaborado no Canadá, afirmando que “os gamers que jogam antes de dormir possuem um nível incomum de consciência e controle dos seus sonhos.” Esses resultados apontam, ainda, que essa realidade pode ser uma vantagem significativa no controle de problemas mentais.

Jayne Gackenbach, psicóloga da Grant MacEwan University, no Canadá comenta: “os jogadores estão acostumados a controlar seus ambientes de jogo, e com isso podem controlar seus ambientes nos sonhos”. A psicóloga se interessou, primeiramente, pelo sono de seu filho, que jogava continuamente antes de dormir e afirmava, para a mãe, que tinha noção do que sonhava a noite.

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Pesquisas apontam os lados negativos dos games


Acompanho continuamente as pesquisas científicas relacionadas ao universo dos jogos eletrônicos. Muitas vezes me surpreendo com alguns resultados, outras vezes me deparo com uma sensação inóspita de descrença.

Encontrar quem fala mal é fácil. Os resultados sérios e importantes devem ser levados em consideração e uma discussão sadia sobre as particularidades de todas as plataformas é sempre bem vinda.

Os ‘Game Studies’ estão desbravando um novo mundo. As pequenas lacunas desse segmento são discutidas em vários artigos abrangendo a concepção de comunicação, o real posicionamento do gênero no meio cultural, do aprendizado tangencial (interesse despertado pela experiência de jogo – logo mais no PS, um texto sobre o assunto…), violência e questões narrativas. Continue lendo

Pesquisa revela: as mulheres estão tomando conta dos jogos casuais


Jogar videogame é um ato extremamente masculino? A resposta para essa pergunta já foi positiva. Sim, já foi… Os tempos mudaram. Cada vez mais inserida nesse contexto gamer, as mulheres estão tomando a frente em muitos segmentos na indústria dos jogos eletrônicos. Os games casuais e com temáticas diferenciadas para a sua realidade absorvem seguidoras e constitui um novo mercado.

A pesquisa ‘Mulheres e Games do Brasil’, elaborada pela empresa Sophia Mind Pesquisa e Inteligência de Mercado, entrevistou 525 mulheres e obteve, assim, resultados significativos. Segundo os dados recolhidos, as internautas brasileiras quando estão online transpõem grande parte do seu tempo jogando para se distrair.  Contudo, outros apontamentos são da mesma forma interessantes:

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Gamer inglesa perde 51 kg com a juda do Wii Fit


O ato de ‘jogar videogame’ era considerado sinônimo de obesidade, sedentarismo e exclusão social. Esse rótulo permaneceu vigente por muitos anos e até hoje a resistência gerada por uma parcela da sociedade configura os jogos eletrônicos como vilões.

Podemos encontrar vários exemplos de pesquisas espalhadas pela internet. Os trabalhos variam desde campanhas do governo britânico até estudos da faculdade de medicina da USP e, com isso, o assunto sempre foi debatido pela imprensa especializada.

Existe uma verdade implícita nesse contexto. A união de uma alimentação recheada de guloseimas, pouco exercício, medo da violência externa e tempo exacerbado em frente a TV deturpa a saúde de qualquer um. O cuidado para não entrar em nenhum grupo de risco é mais contundente com os passar dos anos. As campanhas visando o combate com o sedentarismo são cada vez mais agressivas com os gamers, assim como foi divulgada pelo Departamento da Saúde do Reino Unido:

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Site revela que 70% das mulheres reclamam da jogatina dos namorados


O tempo utilizado para o próprio divertimento está cada vez mais escasso. As frivolidades cotidianas estão sucumbindo nosso precioso momento de jogatina e, com o passar dos dias, os jogos ficam em segundo plano e o trabalho árduo é evidenciado.

Encontrar o momento certo para desfrutar de um grande lançamento é primordial para quem respira videogame. Esse ‘estilo de vida’ geralmente causa um desconforto nos relacionamentos amorosos, pois, muitas vezes, apenas um membro do casal é adepto de tal costume.

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A crise econômica afeta indústria japonesa de games


Console da Nintendo teve uma considerável queda em 2009

A crise econômica mundial, que assolou o mundo em 2009, afetou o mercado japonês de videogame. Numa época que a indústria do entretenimento eletrônico está em franco crescimento, é quase inaceitável essa realidade. Entretanto, segundo uma pesquisa divulgada pela empresa Enterbrain, os negócios envolvendo videogames nas terras nipônicas encolheram 7%.

Mesmo com essa queda, a indústria japonesa arrecadou cerca de 542 bilhões de ienes e o DS foi o console mais vendido, com 4 milhões de unidades comercializadas. Pode parecer estranho se compararmos com a realidade brasileira, contudo, um sinal amarelo brotou na cabeça dos desenvolvedores japoneses.

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