[Análise] Transformers: War of Cybertron – A história antes de Michael Bay


A nostalgia, muitas vezes, pode atrapalhar o discernimento de uma situação. Esse sentimento, ou melhor, a volta das sensações  de outrora  carrega, também, uma soma de tudo aquilo que vivenciamos ao longo dos anos.

Desde os primeiros vídeos de Transformers: War of Cybertron, tinha certeza que o game remeteria a minha infância. E assim foi. Aguardava ansioso pelo lançamento, afinal, a proposta era bem tentadora, principalmente para quem se esbaldava na década de 80 com os desenhos originais. Imaginar a Terra Natal dos Autobots é, no mínimo, fascinante, ainda mais se levarmos em conta que o jogo é de tiro em 3º pessoa e elaborado com a Unreal Engine Technology (…lembra Gears of War???).

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[Análise] Pure Futbol: Um game para ser esquecido


O que faz um jogo de futebol ser bom? Jogabilidade? Precisão dos controles? Fluidez nos toques de bola? Física realista? Inteligência Artificial elaborada? Todas essas características juntas? Nesse paradigma, acompanhamos ano a ano uma disputa interessante entre a Konami e a Eletronic Arts. PES e Fifa protagonizam uma das maiores disputas pela supremacia do futebol digital.

Independente da escolha pessoal, é sabido que ambos possuem propriedades interessantes e continuamente evoluem em todos sentidos. Nessa realidade, um anúncio inesperado soou como um desatino a esse pressuposto. A Ubsisoft decidiu entrar no mercado e, no dia 01 de junho, lançou Pure Futbol.

O game não segue os padrões tradicionais, e tem um estilo parecido com o FIFA Street. Nada muito sério, visa apenas a diversão pura e simples.

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[Análise] SSFIV: Mais um round vencido pela Capcom


Elaborar análises sobre jogos eletrônicos é tarefa complicada. Entender exatamente o que os produtores querem transmitir pode ser mais difícil do que parece. Em cada game, uma série de pequenas características compõe a estrutura de narrativa,  de jogabilidade, de gráficos e interatividade.

Escrever, ainda, quando o game fez parte da sua história juvenil, é mais intenso. Mas, dessa vez, fui convidado para analisar Super Street Fighter IV para o blog Receita de Sucesso, do grande amigo Pedro Cardoso. É sempre um prazer elaborar um texto com esse propósito e, muito melhor, quando falamos de um jogo emaranhado de lembranças.

Quero agradecer o espaço dedicado pelo meu amigo, e espero que todos os leitores do Push Start entrem, leiam e comentem para que esse seja apenas o primeiro… Segue a introdução do texto e o link do Receita e Sucesso.

Super Street Fighter IV

Quando estamos na frente da televisão, jogando nosso game predileto, uma avalanche de pensamentos e recordações toma conta nosso cérebro.

Vivemos continuamente com os resquícios dos games que já passaram pela nossa vida. Certos momentos e inspirações retornam das mais variadas formas. Esses fragmentos, contextualizado em qualquer gamer ‘Old School’, está intrínseco na série Street Fighter.

As casas de fliperamas, do início dos anos 90, são exemplos dessa batalha. Fichas e mais fichas eram gastas para o aprimoramento dos golpes e o descobrimento do mecanismo de execução. Street Fighter II – World Warriors, mudou os paradigmas dos jogos de luta e praticamente todos os games que vieram após o seu lançamento continham referências evidentes.

Para ler na íntegra, acessem: Receita de Sucesso

[Análise] Final Fantasy XIII (X360): Um gênero estagnado ganha nova chance de renovação


Vamos lá. Mais uma análise feita por um amigo… Dimitri Robles, criou vergonha na cara e decidiu escrever sobre Final Fantasy. Como já é de praxe, se quiser ver seu texto publicado no Push Start, basta encaminhar o arquivo para rodrigo@ezoneonline.com.br, sem pestanejar, ele será degustado por todos que acompanham o site….Muito obrigado e espero que não seja o último ein!!!! Apreciem…

Por: Dimitri Robles

RPG´s sempre foram os maiores expoentes de um estilo que não existe meio termo: ame ou odeie! Dentro dessa classe, talvez a maior e mais importante franquia seja Final Fantasy. Games que sempre foram orgulhosamente a essência do desenvolvimento oriental, mas que conseguiram romper as barreiras da língua e da cultura para conquistar o mundo.

Em sua 13ª aventura “oficial”, Final Fantasy chega a mais um momento ‘divisor de águas’ tanto para a franquia em si quanto para o estilo JRPG. É possível evoluir depois de treze edições que nunca repetiram fórmulas?! É viável melhorar o que já era quase perfeito?! Essas perguntas são respondidas de forma clara e direta logo nos primeiros minutos de jogatina.

L’Cie, Fal’Cie e outros complicados nomes para entender Final Fantasy XIII

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[Análise] God Of War 3: Kratos está de volta e você estava louco por isso!


Dando continuidade a editoria ‘A palavra é sua’, segue uma análise de God Of War 3 escrita por Dimitri Robles, administrador da e-Zone blogs. O texto está interessante, sóbrio e certeiro. Em cada linha, uma vontade inerte de finalizar o jogo salta aos olhos. Acho que essa era a intenção de Robles. Se foi, ele consegiu!

Agradeço mais essa participação, e torço para que seja apenas a primeira…

Vale a pena conferir a resenha. Se você quiser participar do Push Start, mande o seu texto para: rodrigo@ezoneonline.com.br.

Vamos para essa nova odisseia…

Por Dimitri Robles:

Poucos games conseguem ser  grandiosos e se manter acima das próprias plataformas. Dentro desse seleto grupo de jogos, temos a coragem de afirmar sem pensar duas vezes, que talvez sua estrela maior capaz de gerar um hype automático a cada nova versão é God of War. A maneira como a temática de mitologia grega é aplicada é exemplar, mas a combinação disso com uma jogabilidade incomparável, roteiro impecável e apresentação quase sem falhas, faz de God Of War 3 o game mais esperado de 2010.

Estava ansioso?! Tem um PS3?! Pode apostar que toda a espera valeu a pena e caso restava alguma dúvida sobre ter ou não um console da Sony, God of War pode ser o empurrãozinho que faltava na sua decisão.

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[Análise] Bayonetta: Um novo patamar para os jogos de ação


Primeiras impressões:

“É quase impossível parar de jogar. Assumir o controle da personagem principal é fantástico. Desde o início do game, a interação e a aproximação feita com o cinema empolgam. O modo com que a história é relatada condiz com tudo aquilo que li sobre o título. A sensação de imersão é incrível. Em poucos minutos somos parte integrante desse mundo criado pela Platinum Games…”

Análise final

A diferença entre a narrativa dos jogos e do cinema, muitas vezes, está numa linha tênue. As possibilidades nas resoluções do roteiro podem perpetuar um direcionamento interessante na história em si. A escolha dos personagens e a forma de apresentação de cada um deles é o que alimenta a curiosidade de quem assiste e o insight de continuar ou não acompanhando o que foi proposto.

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[Análise] Confira as análises de Modern Warfare 2, Fifa 10 e Darksiders


Depois de muitas horas de jogatina, segue abaixo o veredicto final referente a três títulos mencionados no Push Start. São eles:

Modern Warfare 2

Primeiras impressões:

“Em primeiro lugar é bom salientar que não sou um fã assíduo de FPS. Não me insiro na jogatina online desse gênero pois, afirmo, não duraria 10 segundos. Contudo, MW2 é primoroso. Na verdade, as duas fases que joguei são espetaculares. Realismo, jogabilidade, controle, dublagem e gráficos… Tudo está muito bem feito.  Não consegui encontrar nenhum defeito ainda. Estou em dúvida se encontrarei…”

Análise final

O realismo é um ponto impressionante na imersão gerada pelos videogames. Vivenciar os sentimentos impostos pelas desenvolvedoras é um momento único. Desde o início da aventura MW2 traz a tona as sensações mais obscuras do ser humano. O gênero FPS, normalmente, já traduz essa situação, pois a visão do campo de batalha é imersiva.

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