Boutcast #1 – Cinema e Games


Agora é a hora do Boutcast. Esse será o nosso programa mensal que, como de costume, abordará os videogames de uma maneira mais informal e divertida. Convido à todos para conhecer esse nosso trabalho e compartilhar as suas impressões, através do email bout@bout.com.br, ou nos comentários abaixo!!

Nesse primeiro programa falaremos sobre as adaptações dos jogos de videogames para o cinema e vice e versa.

Participação: Danielle Elias, Rodrigo Cezzaretti. Participação especial de Rafaelle Paparella.

Edição: Rafaelle Paparella e Rodolfo Fonseca

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Lançamento – Revista Bout #1


Demorou mas chegou. Eis que surge o primeiro número da revista BOUT. Ela é totalmente digital, mas, se você preferir, pode baixar e levar onde quiser em formato PDF. Os links estão logo abaixo da revista!

Nessa edição temos uma matéria especial sobre a Capcom, cobertura da TGS, colunas exclusivas, análises e muito mais…  Basta conferir!

Sugestões são sempre bem vindas!!! Lembre-se, se quiser entrar em contato conosco, basta mandar um email para bout@bout.com.br ou deixar o seu comentário logo abaixo do post. Enjoy!

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Palestra em São Paulo enaltece a arte dos videogames


Existe uma “briga” eterna dos apaixonados por videogame que defendem a concepção de jogos eletrônicos como uma forma concreta de arte.

Porém, uma outra linha de pensadores acredita que a arte imposta nesse meio ainda é prematura e o seu embasamento intrínseco no seu universo não é suficiente para conceituar os jogos como produtos artísticos.

Como um bom Gamer, defendo – já faz um bom tempo, que os games representam um momento da natureza humana e, consequentemente, social. Ou seja, é arte pura. Mas, como em qualquer meio, tem coisas boas e ruins.

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Será o momento para um novo console?


A Sony está mostrando que a sua estratégia focada em longo prazo no Playstation 3, dá  resultados. O aumento considerável da sua base instalada e a aproximação meteórica com o seu concorrente direto, o Xbox 360, são apenas alguns exemplos desse contexto.

Uma das apostas para manter esse crescimento foi a criação do controle de movimento Move. Ao que tudo indica, essa tecnologia é mais complexa do que o Wii Remote (afinal foi projetado após o lançamento do console da Nintendo) e diferente do Kinect, que aposta na ‘ausência’ de qualquer joystiq.

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Kratos em São Paulo a negócios


Vamos iniciar uma nova fase no Push Start. Se você ama games e gosta de escrever, basta mandar os seus textos para rodrigo@ezoneonline.com.br que, assim que possível, ele será postado e apreciado por toda a comunidade Gamer. Esse é o caso de Wilson Domingues, leitor e fã de Kratos. Ele cobriu o pré-lançamento do jogo, realizado pela UZ Games  em São Paulo. Vale a pena conferir e prestigiar o seu trabalho:

Por Wilson Domingues

Que o exclusivo God of War III era provavelmente o jogo mais esperado do ano, acho que disso todos nós já sabíamos.

Já fazia alguns anos que estávamos curiosos para saber como seria no final desta grande tragédia grega, onde para se vingar da morte de sua esposa e filha, Kratos estraçalha, sem qualquer piedade, soldados, Minotauros, Górgonas, Hidras, Deuses, ou qualquer outra coisa que tentasse se colocar na sua frente.

É exatamente por isso que se você, assim como eu, é um viciado sem limites desta série e não podia esperar mais 10 longas horas como qualquer ser humano, e tinha, sim, que ser um dos primeiros no país a jogar!

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[Análise] Bayonetta: Um novo patamar para os jogos de ação


Primeiras impressões:

“É quase impossível parar de jogar. Assumir o controle da personagem principal é fantástico. Desde o início do game, a interação e a aproximação feita com o cinema empolgam. O modo com que a história é relatada condiz com tudo aquilo que li sobre o título. A sensação de imersão é incrível. Em poucos minutos somos parte integrante desse mundo criado pela Platinum Games…”

Análise final

A diferença entre a narrativa dos jogos e do cinema, muitas vezes, está numa linha tênue. As possibilidades nas resoluções do roteiro podem perpetuar um direcionamento interessante na história em si. A escolha dos personagens e a forma de apresentação de cada um deles é o que alimenta a curiosidade de quem assiste e o insight de continuar ou não acompanhando o que foi proposto.

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